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sábado, 24 de julho de 2010

Perdido nos meus raciocínios!

>A velocidade do tempo era mais lenta
Tempo esse vivido na paz da infância despreocupada...

Mas esse tempo se foi
Eu ganhei um corpo alto, músculos
Meus sentimentos vieram fortes,
Minhas vontades filtradas chegam e se exigem necessárias.
Joguei nas costas responsabilidades e assumidas, me consumo em vida.
E todos os dias faço minhas escolhas.
Um homem, um menino...crescido na selva de pedras...
Perdido em meio às ideias certas, erradas e confusas...busquei as respostas e encontro na fonte superior da criação...na voz da intuição..

E no criador, descobri como lidar, bater sem lutar, lutar sem bater... tentar...pois “a oração do sábio é o silencio”...
Vivo a fusão dos desejos e necessidades, sonhos e possibilidades... impulsos...
Unidos num corpo, expelidos na ânsia do desengasgo, de um ser vivo que sente mais a dor no coração, que da pele aberta a sangrar.

Ao mesmo tempo sujeito duro e temperado com os ingredientes da vida vivida,
Sofrida, suada, arriscada, chorada, regada a risadas...espalhando tudo que sei...
Como os que me ensinaram...mas nada sei perto do que tenho a aprender.
Onde busquei entendimento, encontrei que a dúvida é o caminho...
Dentre elas que a vida não se deve ser presa nas coisas do mundo...
Mas sim nas coisas não palpáveis, amor, fé, harmonia, caridade, sinceridade, consciência,
Força, cuidado, raciocínio etc...

Nessa pegada, nesse entendimento, o resto é consequência.

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