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sábado, 3 de outubro de 2009

Pensando

Sexta-feira à tarde, uma brisa fresca vem de graça.

O sol se foi além dos predios, e eu aqui...na praça.

Quero uma fatia de paz em meio ao ruído mutante da cidade crescente.

Talvez um mundo descente, onde viver seja frequente.

Onde o existir não é cobrado com vidas.

Onde a vida é conscientemente finita.

O Hino nacional é para dublagem?

E o povo no poder, de que vale se roubam entre si?

Quanto vale a maldade em massa?

A desgraça da miséria quanto vale?

Um pássaro voando quanto vale?

Plantar uma árvore quanto custa?

A alegria está onde?Se a pergunta existe, esta perdida.


Seguir o coração é a razão.

Seguir a razão à partir daí conduz ao destino certo.


Ao amanhecer recomeço minha sagatiba.

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