Vejo um homem, sujo e maltrapilho,
Seria ele um filho cuja mãe não sabe onde está?
Denotado mendigo, andarilho, vagabundo..."pobre coitado", renegado...revoltado.
De fato, sem lar fixo...
Se por opção, torna-se doação, Pois deixa a vaga livre.
Se por loucura, torna-se perdido e está procurado.
Mas o fato que me atrai e desperta o pensamento, é visível e intangível.
Caminha de terno velho, afro-brasileiro, encardido, banguela, feliz e confuso...
Literalmente à sarjeta...eu vejo! O que faz?...
Ameaça travessias repentinas na pista...
Vai e volta multiplicadas vezes, Buzinas!exclamações!palavrões! é o que causa...
Ao meu ver;
Uma tentativa de ser visto, lembrado, de fazer parte...
Sujo, maltrapilho, filho perdido...
Mendigo vagabundo denotado, de fato “sem lar”...
Independente dos motivos, pela mãe é ou foi procurado...
Porém esquecido, Passa perigo,
Perdido no pensamento... De sentir-se vivo...

Porra Marcelão.. Escreve muito bem velho. Até me deu uma inspirada pra escrever no meu... Ha! Até
ResponderExcluirObridado Edu! Pô cara escrevo porque me faz bem,e muito mais legal se à você também!
ResponderExcluirAbraço!
Muito bom. Mas tira o coitadinho, acho que não tem isso não. Há razões que desconhecemos. Adoro o tema. Que bela leitura, enfim.
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